sábado, 14 de agosto de 2010

Ninguém.

Eu volto há tanto tempo e cada vez parece que o meu tempo não passou. E não encontro nada que me de motivos outra vez pra remontar o que sobrou. Eu vivo condenado e sem saida de um passado que parece não ter fim. Você não sabe de mim. Só não queria dizer adeus (eu tinha tanto pra contar). Não há ninguém que possa te amar; não há ninguém que possa me amar. (Rodrigo Esteban Tavares)

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